Após registrar tendência acentuada de queda entre o eleitorado feminino, a candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, decidiu dedicar o dia – ao menos nas redes sociais – a reforçar o discurso de que representa a luta de toda mulher brasileira.

“Existe uma cultura machista, patriarcal, preconceituosa contra mulheres. (…) Esse discurso me trata como se eu fosse uma pessoa frágil, fraca, mas eu sou o retrato da mulher brasileira”, diz, em vídeo.

Desde de o embate com Jair Bolsonaro, candidato do PSL, no debate da RedeTV, no qual Marina protagonizou uma discussão sobre desigualdade salarial de gênero, a campanha da Rede tem intensificado a mira nas mulheres, que representam maioria do eleitorado.

A estratégia, entretanto, tem demonstrado efeito negativo, de acordo com pesquisa Datafolha de intenção de voto. O debate ocorreu no dia 17 de agosto. Pesquisa do dia 22 indicava Marina com 19% de intenção de voto entre as mulheres. No dia 10, este índice caiu para 12%. E, segundo a pesquisa divulgada na sexta-feira (14), caiu para 9%.

Mais da metade das eleitoras de Marina migraram de candidato. No eleitorado geral, a candidata da Rede tem 8% das intenções de voto. Queda de 8 pontos percentuais se comparada a pesquisa do dia 22.Neste momento, ela era a preferida entre as mulheres. Atualmente, o preferido entre as mulheres é Jair Bolsonaro, com 18% das intenções de voto. Em agosto, ele registrava 14% nesta fatia do eleitorado.

Em esforço para recuperar esse eleitorado, a campanha de Marina voltou a divulgar um vídeo no qual a candidata conta sua história de vida.

O eleitorado de Marina ajudou a engrossar o coro e a rebater às críticas.

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