JUIZ DE FORA, MG (FOLHAPRESS) – Em coletiva na Santa Casa de Juiz de Fora, onde Jair Bolsonaro está internado, Cícero Rena, chefe de departamento de cirurgia, afirma que Bolsonaro não tem condições de ser transferido do hospital no momento.

“As lesões causadas por armas brancas têm em tese risco para a vida. Neste momento o paciente não tem condições de ser transferido”, afirma.

Uma equipe do Hospital Sírio-Libanês vai à cidade para monitorar o caso. “[Uma transferência] pode levar duas semanas. Depende de como ele vai evoluir. A evolução na UTI tem sido muito boa”, completa Rena.

O hospital informa que, inicialmente, a colostomia de Jair Bolsonaro pode permanecer por um período de até dois meses. Depois o candidato deverá passar por uma nova cirurgia para a retirada do procedimento.

Renato Vilella Loures, presidente da Santa Casa, apresentou a equipe médica que atendeu Jair Bolsonaro em Juiz de Fora.

Cícero Rena, chefe de departamento de cirurgia, foi o responsável pela equipe que prestou atendimento ao paciente. Luiz Henrique Borsato da equipe de cirurgia afirmou que o candidato deu entrada com sinais de choque, com grande hemorragia.

Ele teve lesão de um veia do abdômen, lesão grave no cólon transverso e no intestino grosso.

“Optamos por fazer uma ressecção da lesão e colocamos uma colostomia, dada à gravidade do paciente. As lesões que colocavam em risco o vida do paciente foram tratadas e ele está estável no momento”, diz o médico.



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