O meia da seleção peruana André Carrillo afirmou nesta quinta-feira que sua equipe estabeleceu como “meta principal” avançar em primeiro lugar no Grupo C da Copa do Mundo, mas reiterou que respeita seus rivais, entre eles a França, que já conquistou um mundial e está melhor posicionada no ranking da Fifa.

“Não estamos pensando no segundo lugar. Queremos avançar, em primeiro ou em segundo lugar, mas a meta principal é passar em primeiro, por isso, não temos um rival direto. Vamos enfrentar as três seleções (França, Dinamarca e Austrália) com a mesma seriedade, não vamos olhar para o ranking, nem jogadores”, afirmou o meia, que atua pelo Watford da Inglaterra.

Carrillo, que hoje comemora seu 27º aniversário, garantiu que o Peru avançou como equipe, tanto no campo de jogo como na forma de encarar os desafios.

“Melhoramos nossa mentalidade, a parte defensiva e ofensiva, muitas coisas. O pessoal está focado nas partidas, mas também em outros detalhes, como alimentação e outras coisas, e isso nos ajudou bastante”, analisou o meia peruano.

Além disso, Carrillo considerou muito satisfatória a preparação para a Copa e garantiu que os jogadores estão tranquilos e não sentem uma pressão maior por disputarem uma Copa após mais de três décadas de ausência da seleção peruana na competição.

“Estamos bastante tranquilos porque trabalhamos e fizemos de tudo para chegar aqui. Agora temos que aproveitar e levar alegria ao povo peruano, pois ele merece”, disse o jogador.

“Trabalhamos a parte ofensiva e defensiva. Não sabemos quem vai jogar, mas quem for escalado entrará com esperança, para que a seleção conquiste os seus objetivos”, acrescentou Carrillo.

O companheiro de Paolo Guerrero afirmou que o grupo ainda não analisou profundamente a Dinamarca, seu rival na estreia da Copa daqui a dois dias, e garantiu que os jogadores estão preparados para enfrentar seus adversários.

Carrillo afirmou que, mesmo na concentração, os jogadores conseguem perceber o grande apoio popular que existe em torno da seleção.

“Vi vídeos de gente na Rússia, vi muitos peruanos. Quando estava vindo para cá, ouvi e vi nas redes sociais que muitos peruanos viriam à Rússia. No entanto, agora que pudemos ver alguns vídeos, percebemos a realidade”, assinalou o aniversariante do dia.

“Estamos muito agradecidos, criamos isso e esperamos que os torcedores aproveitem como nós vamos aproveitar”, disse Carrillo, que acrescentou que o apoio popular não traz uma pressão extra para o time.

“Não sinto pressão do povo, sentimos todo o seu apoio. Talvez tenhamos uma pressão interna, de querer fazer bem as coisas, mas sabemos como lidar com isso, mostramos nos amistosos e, embora agora seja mais sério, vamos para o campeonato”, concluiu o meia da seleção peruana.



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