10 pitacos sobre o futebol candango, brasileiro e internacional

10 pitacos sobre o futebol candango, brasileiro e internacional

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1. A rodada dos meias
Foi a rodada dos meias. Dois gols de Guerra na vitória do Palmeiras sobre a Ponte Preta. Gol de Nenê no triunfo do Vasco. Gol de Thiago Neves deu três pontos ao Cruzeiro diante do Coritiba. Gol de Jadson na partida em que o Corinthians bateu o Grêmio em Porto Alegre e ampliou a vantagem na liderança para quatro pontos. Eles nem sempre vestem a camisa 10, mas nada como ter um camisa 10 iluminado, decisivo, justamente naquele dia em que o 9 não está de bem com as redes.

2. A rodada dos importados
É batido, mas é tão implacável quanto a lei do ex: tem coisas que só acontecem com o Botafogo. Joel trocou o Botafogo pelo Avaí um dia desses. Foi apresentado no último dia 20 pelo Avaí. Pois o africano marcou os dois gols da vitória diante do time carioca nesta segunda-feira. Joel é mais um estrangeiro que brilhou na rodada. O venezuelano Guerra marcou duas vezes na vitória do Palmeiras. O colombiano Berrío deu três pontos ao Flamengo na vitória sobre o Bahia.

3. Método da repetição
Na minha opinião, um dos trunfos de Fabio Carille na excelente campanha do Corinthians é a repetição da escalação e a convicção para substituir quem está fora. Prova de que o time treina à exaustão. Prova de que cada jogador do elenco sabe qual é o seu papel. E de que Fabio Carille tem o grupo na palma das mãos. Não é assim, por exemplo, no Palmeiras. Até a vitória sobre a Ponte Preta, Cuca tinha 12 jogos à frente do Palmeiras. Só repetiu a escalação uma vez, contra o Vasco no Brasileirão e o Inter na Copa do Brasil. Até então, usou 26 jogadores e mudou, em média, quatro peças por jogo. Não é assim também no Flamengo. Zé Ricardo prefere montar o time de acordo com o adversário. A repetição e mudanças pontuais quando necessárias fazem do Corinthians candidato ao título.

4. Foi sem querer querendo…
Fala, sério. O estreante Everton Ribeiro queria chutar para o gol. Sem querer querendo deu assistência para Berrío fazer o gol da vitória do Flamengo. Boa vitória do ponto de vista da classificação. O time rubro-negro está de volta ao terceiro lugar, posição em que terminou no ano passado. Mas continuo achando que, em vez de melhorar, o time piorou. O nível de exigência com o elenco montado neste ano tem que ser outro. É inaceitável jogar tão mal e tomar tanto sufoco do Bahia como aconteceu lá na Arena Fonte Nova.

5. Agora aguenta, tricolor
Quem apostou em Rogério Ceni como técnico que o aguente por dois anos, tempo de contrato do treinador com o São Paulo. Acho injusto pensar em demiti-lo a essa altura dos acontecimentos. Ok, ele foi eliminado no Paulistão,  na Copa do Brasil, na Sul-Americana e flerta com a zona de rebaixamento. Mas seja sincero: alguém achou que esse limitado elenco do São Paulo estaria bombando nas três competições neste meio de ano e brigando pelas primeiras posições na Série A? Nem o mais otimista tricolor projetou isso. Rogério Ceni (36,7%) tem o terceiro pior aproveitamento de um técnico do São Paulo na história do Brasileirão, atrás apenas de Oswaldo Brandão em 1971 (35,7%) e de Vail Mota em 1972 (30,3%). Pelo que fez como jogador, Rogério Ceni tem crédito para cumprir os dois anos de contrato. Quanto ao que faz como técnico, pode chegar o momento em que a diretoria terá de decidir quem é maior: o mito ou o São Paulo.

6. Caiu no Horto tá morto (às avessas)
O mantra “caiu no horto, tá morto” joga contra o Atlético-MG neste Campeonato Brasileiro. Se não tivesse perdido 10 pontos no Independência nesta Série A, o Galo teria 23 pontos, ou seja, ocuparia a vice-liderança, três pontinhos atrás do Corinthians. A vitória por sobre a Chapecoense na Arena Condá, com um time pra lá de reserva, foi excelente,  mas o Galo precisa recuperar a confiança em casa se quiser continuam sonhando com o título que não conquista desde 1971. Dez pontos perdidos no Horto é demais.

7. Unidos desceremos?
Bahia e Vitória disputaram juntos a Série B pela última vez em 2014. Caíram de mãos dadas para a segunda divisão. Três anos depois, voltam a disputar juntos a Série A. E estão abraçados na zona de rebaixamento. Jorginho e Alexandre Gallo que se cuidem…

8. De Marta a Fumagalli
Ex-técnico de Marta e Cristiane na Seleção Brasileira feminina, Oswaldo Alvarez, brilha na Série B à frente do veterano Fumagalli. Comandado por Vadão, o Guarani lidera a segunda divisão com o Juventude. Ambos têm 19 pontos. O Bugre é o primeiro nos critérios de desempate depois da vitória por 2 x 1 sobre o Náutico no fim de semana. Fumagalli fez os dois gols do Guarani, que não figura na Série A desde 2010. Em 2011 e em 2012, amargou a Série B. De 2013 a 2016, a Série C. Vice da terceirona em 2016, volta a sonhar com a primeira divisão. Aos poucos, o Internacional aprende a jogar a Série B, Venceu o Brasil-RS em um jogo com clima de Gauchão e está de volta ao G-4. Lamentável o quebra-pau no clássico goiano em que o Vila Nova derrotou o Goiás por 2 x 0 e assumiu o terceiro lugar.

9. Prazer, Jegue da Chapada
Próximo adversário do Ceilândia na fase de mata-mata da Série D, o Jacobina-BA, fundado em 1993, tem o apelido de Jegue da Chapada e receberá o atual vice-campeão candango em um estádio que leva o apelido de Maracanã do Sertão — apelido do Estádio José Rocha, com capacidade para 5 mil pessoas. O time comandado pelo técnico Quintino Barbosa, o Barbosinha, foi vice da Copa do Governador da Bahia em 2016 e carimbou vaga para a primeira Série D de sua história. Com a eliminação do Luziânia, o Distrito Federal perdeu a chance de colocar pela primeira vez dois times no mata-mata da quarta divisão.

10. A maldição da fase de grupos
No sábado, escrevi no blog que a Rússia poderia ser eliminada na fase de grupos de um competição pela sexta vez neste século. E foi. Anfitriã da Copa das Confederações, repetiu o vexame de Arábia Saudita (1997) e Coreia do Sul (2001), ambas eliminadas na primeira fase do torneio. Lamentável. Se o sorteio não ajudar, a Rússia pode repetir, em 2018, o que aconteceu com a África do Sul, em 2010: dar adeus à Copa do Mundo na primeira fase. As semifinais prometem bons jogos. O melhor deles? Portugal x Chile. Acho que Cristiano Ronaldo e companhia não suportarão o favorito Chile. No outro duelo, aposto na desmantelada Alemanha diante do México. Minha final: Chile x Alemanha.

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