Assediado, Cássio agradece a Mauri e divide méritos por bom momento

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Quando os primeiros curiosos no saguão de embarque internacional do aeroporto de Guarulhos descobriram que o Corinthians passaria por ali, nesta segunda-feira, um jogador logo se tornou o centro das expectativas. “O Cássio virá?”, perguntou um senhor. “Quero tirar uma foto com o Cássio!”, avisou uma garota, que conseguiria a sua recordação.

O assédio não é sem motivo. Cássio foi campeão paulista como capitão do Corinthians e manteve-se em alta no Campeonato Brasileiro. No domingo, fez grandes defesas, uma delas em pênalti cobrado pelo badalado atacante Luan, e ajudou consideravelmente na importante vitória por 1 a 0 sobre o Grêmio, em Porto Alegre.

“Tenho uma regularidade boa desde que cheguei ao Corinthians. É lógico que há altos e baixos, com meses de mais destaque e outros em que deixei a desejar, mas isso é normal em qualquer atividade profissional”, minimizou Cássio, que vivenciou a sua pior fase como corintiano em 2016, quando cogitou se transferir para o Grêmio.

À época em que era cobiçado pelo clube que o revelou, Cássio estava fora de forma, abalado pela morte da avó, Maria Luiza, perdera a titularidade para o amigo Walter e ainda se desentendera publicamente com o preparador de goleiros Mauri Costa Lima, que apoiava o seu concorrente de posição.

“Fico muito por estar fazendo grandes partidas novamente, mas devo muito ao trabalho do dia a dia, ao meu treinador, o Mauri, que me prepara muito bem”, elogiou Cássio, que adotou uma dieta rígida para vingar em 2017, estendendo os seus agradecimentos. “Todo o Corinthians me ajuda.”

O goleiro agora se preocupa em estender os bons resultados à Copa Sul-Americana. A sua presença no aeroporto de Guarulhos se devia à viagem do Corinthians à Colômbia, onde haverá confronto com o Patriotas na noite de quarta-feira.

“Falam que os outros times estão divididos com outras competições, mas também estamos nos desgastando. Será uma viagem longa. Cada um diz o que quiser. O Corinthians não tem que ficar pensando no que as outras equipes acham ou deixam de achar, com todo o respeito. Devemos pensar em nós próprios e confiar na força do grupo”, pregou Cássio, entre uma e outra poses para fotografias com quem o assediava.

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