5 mitos sobre sexo na gravidez

5 mitos sobre sexo na gravidez

[ad_1]

Tavam lá, digamos, naquele papai-mamãe gostoso e de repente… viraram papai mamãe literalmente. Se sexo é tabu em condições normais de temperatura e pressão, imagina enquanto se desenvolve ali um novo e inocente serumaninho. “Ai, meu deus, a gente não pode fazer coisa de adulto na frente de uma criança!”. Bora derrubar uns mitos sobre transar na gravidez.

  1. Não é seguro porque a penetração machuca o bebê

Mito total. O feto fica dentro útero e tá protegidinho por membranas da placenta. A penetração acontece no canal vaginal. Eu sei, é verdade que a cabeça do pênis fica batendo láááá no fundo, onde fica o colo do útero. Só que ele é muito fechado – se não passa sequer um O.B. ou uma daquelas bolinhas de sex shop, gente, não existe a menor possibilidade de o pênis cutucar o bebê – de amassar, deixa-lo com hematomas etc.

Manter a vida sexual na gravidez não só é seguro como recomendado. Inclusive porque fortalece o vínculo do casal. Masssss, se for uma gravidez de risco (por exemplo, que tem sangramentos vaginais e placenta baixa), precisa perguntar pro ginecologista se tudo bem transar – e a partir de que mês. Se ele contraindicar penetração, o casal pode ter prazer com sexo oral, masturbação…

  1. O tesão aumenta muito

Não é beeeem assim. Em geral, durante os três primeiros meses de gestação, a mulher sente algumas mudanças físicas… tipo inchaço e os famosos enjoos. Ela também pode ficar mais sensível, preocupada se vai dar conta de cuidar de outra criatura, se vai ter grana pra tanta fralda e tal.

A libido costuma voltar lá pelo quarto mês, quando ela tá mais à vontade com a ideia de fazer sexo e não “prejudicar o bebê”, e cair de novo depois do sexto mês. Por causa do cansaço, daquele barrigão que pesa e dá uma atrapalhada nas posições sexuais. Aí, na reta final, às vezes a grávida tá muito ansiosa e focada no nascimento do bebê.

Agora, claro que algumas mulheres ficam empolgadíssimas, super felizes e “apetitosas”… especialmente se já curtiam o babado. Alguns hormônios próprios da gestação deixam a vulva e os seios mais sensíveis aos estímulos.

  1. A vagina não fica naturalmente lubrificada

Não é verdade. A mulher tem mais estrogênio durante a gravidez, um hormônio que ajuda na elasticidade e na lubrificação natural da vagina. Ela pode ficar mais seca durante a amamentação, ou seja, depois do parto, justamente porque o estrogênio diminui. Mas aí pode usar lubrificante à base de água, daquelas à venda nas farmácias mesmo.

  1. A mulher não consegue ter orgasmos

Mentira. Fisicamente não há nada que impeça a grávida de gozar. O que pode atrapalhar: (fazer com os dedos número um) o histórico, ou seja, se ela tinha dificuldades de “chegar lá” antes de engravidar, provavelmente a situação continuará igual. (fazer com os dedos número dois) Se ela tinha orgasmos com uma certa frequência, a falta deles pode estar ligada àquilo que já falei: baixa libido, medo de fazer sexo, preocupações, turbulências no relacionamento OU (dedo três) pelo próprio desconforto com a barriga – sei lá, se ela costumava gozar apenas na posição X e agora não rola…

  1. O orgasmo pode acelerar o parto

HUM, mais ou menos. Durante os meses de uma gravidez normal, não. Mas se estiver no ciclo final, o orgasmo pode apressar o parto sim. É que ele libera ocitocina, provocando contrações no útero. E o sêmen, olha que loucura, também pode relaxar o colo do útero, o que facilita a passagem do bebê. Que belo jeito de estrear no mundo, hein?

*Nathalia Ziemkiewicz, autora desta coluna, é jornalista pós-graduada em educação sexual e idealizadora do blog Pimentaria.

[ad_2]

Source link

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *