Há 21 anos no Arsenal, Wenger quase se tornou técnico de rival inglês

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No comando do Arsenal desde 1996, Arsène Wenger já esteve diante da possibilidade de trocar o clube londrino pelo rival Manchester United e mudar a história totalmente. É o que diz Martin Edwards, o ex-presidente do time dos Diabos Vermelhos, mandatário do clube na época em que as sondagens aconteceram. Em sua autobiografia, admitiu ter colocado o técnico francês como primeira opção para a saída de Alex Ferguson, em 2002.

“Nossa primeira escolha foi Arsène. Fizemos a nossa abordagem, mas mostrou pouco interesse, apenas o suficiente para nos receber na sua casa em Londres e ouvir o que lhe queríamos dizer”, escreveu o ex-dirigente.

Wenger comentou a revelação feita por Edwards e explicou sua opção por ficar em Londres, onde se sagrou campeão inglês de forma invicta duas temporadas depois. “Sempre fui feliz aqui. Aprecio muito os valores do Arsenal e, para mim, um clube se trata de valores”, apontou. “Muitas coisas mudaram desde que cheguei. Mas, em 1996, este clube já tinha valores que eu admiro dentro do esporte”, completou ele, que exaltou o Manchester United como um clube atraente.

Por maior que seja história do francês com os Gunners, tanto em termos de duração quanto em termos de conquistas, ele já não é mais unanimidade entre os torcedores. Muito se especulou que, ao final da última temporada, Wenger finalmente fosse deixar o clube. Porém, teve seu vínculo renovado por mais dois anos e, mesmo que o Arsenal consiga conquistar troféus de destaque, estes devem ser os últimos da ‘era Wenger’ no Emirates Stadium.

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