“Se pressão funcionasse, faríamos sempre”

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O presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, repudiou as ameaças de morte sofridas pelo diretor executivo Alexandre Mattos. Em entrevista ao canal ESPN nesta terça-feira, o mandatário admitiu que o clube poderá ir à polícia pelo ato.

“Essa é uma situação lamentável. O departamento jurídico está à disposição do Alexandre. Isso é uma situação absolutamente lamentável. Se precisar, vamos para a polícia. Se pressão funcionasse, era só fazer isso todo dia e todos os clubes seriam campeões. Faz parte ter pressão, porque o Palmeiras é cum clube grande”, disse Galiotte.

Mattos, ao lado do presidente Mauricio Galiotte e do técnico Cuca, tem sido o principal alvo de críticas por parte de conselheiros e torcida do Palmeiras. O motivo é o alto valor investido para 2017, em que o Alviverde tinha como objetivo declarado a conquista da Copa Libertadores, mas foi eliminado nas oitavas de final. Já os comentários negativos ao mandatário são baseados em uma suposta omissão no comando do clube.

“O fato é o seguinte, o torcedor quer vitória. Não importa o perfil do presidente, a partir do momento que você ganha, esse é o perfil ideal. Eu entendo que (as críticas) fazem parte do futebol. As pessoas muitas vezes formam opinião sem ter informação. Eu estou no clube há mais de 40 anos, fui atleta, meus filhos estão lá diariamente. É só ver o horário que eu saio do clube todo dia, 22h, 23h… Esse comentário é um desabafo, uma crítica, então temos que entender que o torcedor é passional”, completou Galiotte

Há algumas semanas, a maior torcida organizada do Palmeiras também pediu a saída de Alexandre Mattos, que está no clube desde 2015 e tem contrato até dezembro de 2018, quando se encerra o mandato de Mauricio Galiotte como presidente. O mandatário, porém, já deixou claro que o dirigente seguirá no Palestra Itália.

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