Polícia acha corpo em área onde busca jornalista desaparecida em submarino

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Copenhague, 21 ago (EFE).- A polícia da Dinamarca encontrou nesta segunda-feira o tronco de uma mulher sem pernas, braços nem cabeça perto da área no mar Báltico onde procura há dez dias a jornalista sueca Kim Wall, desaparecida quando entrevistava o inventor dinamarquês Peter Madsen no seu submarino de fabricação caseira.

Madsen assegurou que Wall, de 30 anos, morreu em um acidente dentro do veículo e que ele mesmo jogou o cadáver ao mar, revelou hoje a polícia ao levantar parcialmente o segredo de processo ditado pelo tribunal que prendeu preventivamente o inventor, com a acusação de homicídio involuntário com circunstâncias atenuantes.

O chefe da investigação, Jens Moeller Jensen, apontou hoje em coletiva de imprensa que o resultado da autópsia e as provas não serão conhecidas até amanhã.

“É claro que a polícia, como os meios de comunicação e qualquer pessoa, especula sobre se é Kim Wall. Mas é muito cedo para dizer algo. Simplesmente não sabemos”, disse Jensen.

Um ciclista que passeava pela ilha de Amager, ao sul de Copenhague, foi quem descobriu o cadáver e avisou às autoridades.

“O acusado explicou à polícia e ao tribunal que houve um acidente no submarinooque causou a morte de Wall e que enterrou o cadáver no mar em um lugar não definido na baía de Koege (sudeste da capital)”, afirmou a polícia esta manhã.

Jensen não quis esclarecer no depoimento posterior o que a polícia queria dizer exatamente ao falar de “enterrá-la” no mar.

As marinhas da Suécia e da Dinamarca rastreiam há dias essa baía e o estreito do Sund (que separa ambos países), já que se achava que a corrente poderia ter levado o corpo à costa da Suécia.

O desaparecimento de Wall foi denunciado pelo seu namorado na madrugada do último dia 11, horas depois que esta subiu a bordo do submarino de quase 18 metros de longitude e 40 toneladas.

Madsen, de 46 anos, disse inicialmente tê-la desembarcado duas horas após o início da viagem em uma ilha do porto de Copenhague e que seguiu navegando até sofrer problemas técnicos, mas depois se contradisse.

A investigação revelou que o afundamento foi provocado, supostamente, por Madsen, ainda que os danos causados no afundamento impediram a obtenção de mais dados. EFE

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