Comediante e ativista dos direitos civis Dick Gregory morre aos 84 anos

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Washington, 20 ago (EFE).- O comediante e ativista dos direitos civis americano Dick Gregory morreu na noite do último sábado, aos 84 anos, devido a uma parada cardíaca, informou a imprensa americana neste domingo.

“Com uma enorme tristeza, a família Gregory confirma que o seu pai, lenda cômica e ativista dos direitos civis, Dick Gregory, faleceu na noite passada em Washington D.C.. A família aprecia as grandes demonstrações de apoio e amor, e pede respeitosamente privacidade durante este tempo tão difícil”, publicou o representante do ator.

Diversos artistas, ativistas e outras celebridades dos Estados Unidos enalteceram o trabalho de Gregory e lamentaram sua morte.

“Ele nos ensinou a rir, nos ensinou a lutar, nos ensinou a viver. Dick Gregory era comprometido com a justiça”, disse neste domingo o famoso reverendo Jesse Jackson em sua conta no Twitter.

“Dick Gregory, um contador de verdades, um comediante que te fazia cair no riso”, comentou a atriz Whoopi Goldberg, que também lembrou o lado reivindicador do artista.

A diretora do filme “Selma”, Ava DuVernay, tuitou um texto recente de Gregory sobre a chegada de seu 85º aniversário.

“Sei que não estarei aqui para sempre, nem desejo. Vi o progresso como a maioria é incapaz de apreciar porque não estavam ali para testemunhar”, disse o ator em sua conta no Instagram.

Nascido em St. Louis (Missouri), Gregory criticou o racismo com sátira e inteligência. A carreira do comediante decolou quando foi contratado pelo Playboy Club de Chicago para substituir por uma noite Irwin Corey, um comediante branco que não queria trabalahr sete noites por semana.

“Quando comecei, um comediante negro não podia trabalhar em um clube noturno branco. Podia cantar, podia dançar, mas não podia fazer comédia e falar, então o sistema saberia o quão brilhantes eram os negros”, lembrou Gregory em uma entrevista de 2016.

O fundador da Playboy, Hugh Hefner, tinha visto Gregory atuar para uma plateia negra, e o pagou US$ 50 por essa apresentação, uma grande quantia para ele naquela época. EFE

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