‘Aprendiz’ de Doria, subprefeito entra para o MBL

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ANA LUIZA ALBUQUERQUE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Estreitam-se os laços entre a gestão do prefeito João Doria (PSDB-SP) e o MBL (Movimento Brasil Livre), grupo que ganhou fama na esteira do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Nesta quinta (17), o prefeito regional de Pinheiros, Paulo Mathias, 26, se juntou ao movimento liderado por Kim Kataguiri e Fernando Holiday (DEM).

Mathias, presidente da juventude do PSDB por três anos, é um dos principais aliados de Doria e trabalhou como coordenador de sua campanha. Foi durante as eleições do ano passado, inclusive, o primeiro contato com o MBL, que também participou da campanha do tucano, impulsionando sua candidatura nas redes sociais.

Kataguiri disse à reportagem que o contato se intensificou quando começou a comparecer a algumas ações promovidas por Mathias, como os programas “Calçada Nova” e “Cidade Linda”. “Falei brincando que ele deveria entrar para o MBL e ele disse que só não foi porque não havia sido chamado”, afirma. “Então disse para marcarmos uma cerimônia de iniciação.”

Segundo Mathias, a ideia é trazer mais “gestão” ao MBL.

Ele participou de uma transmissão ao vivo nas redes do movimento na noite desta quinta, acompanhado de Filipe Sabará, 33, secretário de Assistência e Desenvolvimento Social de Doria.

Em abril deste ano, o tucano se envolveu em uma polêmica durante a paralisação dos transportes. Ele afirmou em vídeo que era “a favor do direito à greve, mas não em dia de trabalho” e que seus funcionários dormiriam no escritório para não faltar. O subprefeito disse posteriormente que havia se expressado mal.

Mathias não é o único funcionário da prefeitura de Pinheiros que faz parte do MBL. Também integra o grupo a supervisora de Esporte e Lazer, Paloma Oliva, 22, que ajudou a pintar a parede da residência de Doria após uma ação de pichadores.

CIDADE LIMPA

A gestão do tucano foi responsável pela instalação de 12 placas publicitárias na avenida Brasil, enaltecendo o projeto Jardim Brasil, por meio do qual paisagistas e empresas bancaram a recuperação de canteiros da via.

Conforme noticiou a Folha de S.Paulo, as placas estão em desacordo com a lei Cidade Limpa. O problema é que a própria prefeitura de Pinheiros, que instalou as peças, é responsável pela fiscalização da lei.

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