Estreia de Rueda no Flamengo tem gestos, palmas e ajuda de gringos

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VINICIUS CASTRO

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico Reinaldo Rueda estreou com um 0 a 0 no Flamengo. O empate diante do Botafogo na primeira partida da semifinal da Copa do Brasil veio pouco mais de 48 horas após a apresentação no time da Gávea. E não faltaram obstáculos ao comandante colombiano.

Além de ainda não conhecer o elenco de forma profunda, Rueda sofreu com a comunicação. Os estrangeiros relacionados foram fundamentais na primeira apresentação. Cuéllar e Berrío ajudaram dentro das quatro linhas, assim como o experiente Diego.

No banco de reservas, o argentino Mancuello conversou praticamente o jogo inteiro com o preparador físico Carlos Eduardo Velasco. O camisa 11 passou informações, que foram debatidas entre o treinador e o auxiliar Bernardo Redín. Até o lateral-direito Pará funcionou como intérprete do comandante.

Na área técnica, Rueda abusou dos gestos e das palmas. Houve bastante dificuldade para passar as orientações pelo barulho e por conta do pouco tempo de convívio com os atletas.

As pausas para atendimentos foram fundamentais. Era quando Rueda reunia quase sempre com Diego e o capitão Réver para debater a situação do time.

Por vezes, o colombiano batia palmas e fazia sinais para que os jogadores da frente pressionassem na marcação e invertessem o posicionamento. A compreensão foi difícil.

A estreia de Rueda esteve longe de ser tranquila, mas o resultado foi considerado positivo. Ele tem uma semana para se preparar ainda mais, conhecer o elenco e tentar garantir a vaga na final da Copa do Brasil.

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