Ídolo, Marcelinho elege ‘culpado’ por boa fase do Corinthians no ano

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Marcelinho Carioca conhece o Corinthians como poucos, e também tem moral incomum para opinar sobre o que se passa com a equipe do Parque São Jorge. Nesse domingo, o Pé de Anjo foi direto quando questionado, durante entrevista ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, sobre quem tem o principal mérito pela brilhante campanha corintiana na temporada de 2017 até aqui.

“Isso é fruto de um trabalho, estudado, analisado, do Carille há bastante tempo. Ele tem o grupo na mão. O aluno aprende com o grande mestre. Um ataque eficiente, uma defesa extremamente forte e sólida. A aplicação dos jogadores é impressionante, todos voltam atrás da linha da bola e você vê que o gol do Corinthians sai de um passe errado do Flamengo, e o Balbuena serve o Jô. Trabalho de aplicação tática fora do normal”, elogiou o eterno camisa 7.

Além da postura do time em campo, Marcelinho ressaltou a personalidade com que Carille se impôs perante ao grupo, mesmo sendo um técnico novato e diante de muita pressão pelo momento que o clube vinha atravessando à época de sua efetivação.

“Todo mundo queria que o Romero saísse. Ele manteve. Teve a personalidade de manter o Maycon, que é jovem, de tirar alguns medalhões. E quando auxiliar vai tomar à frente, o jogador pensa; ‘pô, era com aquele que eu tinha mais intimidade, que eu contava as coisas’. Hoje o cara tem que respeitar”, comentou Marcelinho.

Entre tantos elogios, recordes e números impressionantes, o trabalho de Fábio Carille ainda recebe algumas críticas em função do Corinthians não dar show ou, por muitas vezes, esperar que seus adversários proponham o jogo. Para Marcelinho, no entanto, o treinador alvinegro está fazendo o que pode ser feito com o elenco que tem em mãos.

“O Carille vem desenvolvendo um bom trabalho dentro das peças que ele tem. Ele consegue fazer um time compacto, sólido e está sendo a sensação. É assim que ele vai chegar. O Corinthians espera muito, começa a enervar os adversários e, quando o adversário erra, o time chega. Não adianta querer o futebol refinado, jogada de drible, lançamento de 20 metros. Ele está muito bem dentro do que é possível fazer com essas peças”, concluiu o ídolo corintiano.

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