Giovanni se defende e diz que não ficou abalado por críticas

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O meia Giovanni Augusto canalizou as críticas da torcida corintiana após o empate por 1 a 1 com o Flamengo, no último domingo, no estádio de Itaquera. Bastante xingado pelos alvinegros presentes ao local, o armador reconheceu que foi mal em dois lances, já na parte final do jogo, quando perdeu bola no campo de defesa e errou cruzamento no ataque, mas disse que não ficou abalado com as críticas.

Em nenhum momento eu reclamei, não falei nada, só olhei para o torcedor para saber quem era. Nós, jogadores, estamos acostumados com isso, estamos sujeitos, não dá para agradar todo mundo. O importante é que é minoria. E a gente sempre conversa para não deixar as coisas de fora afetarem nosso grupo. Estamos fechados e as coisas estão acontecendo”, avaliou o armador.

Elogiado pelo técnico Fábio Carille após o triunfo por 1 a 0 sobre o Fluminense, no estádio do Maracanã, há uma semana, Giovanni ganhou espaço e foi titular mais uma vez diante do Patriotas-COL, no meio da semana. Contra o Rubro-Negro, mesmo na reserva de Marquinhos Gabriel, jogou mais de um tempo devido à lesão do canhoto.

“Eu sei do potencial do Giovanni, jogou bem contra o Fluminense e hoje (domingo) não foi tão bem. Oscilação é normal e a torcida tem que entender”, comentou o treinador, que vê no camisa 17 o jogador mais parecido com Jadson no elenco. O camisa 10, por sinal, só deve voltar no final de agosto, recuperando-se de duas fraturas nas costelas.

O atleta, porém, ainda carrega uma imagem associada à do time de 2016, quando o Alvinegro não conseguiu nem a vaga na Libertadores da América deste ano, colecionando decepções como a goleada por 4 a 0 para o São Paulo, no Brasileiro, no Morumbi, sob o comando de Oswaldo de Oliveira.

Desde o começo da temporada, porém, Carille disse que ia “recuperar” tanto ele quando Marquinhos Gabriel e “qualquer jogador” que quisesse ajudá-lo na campanha. Cativado pelo discurso do comandante, o armador recusou propostas para sair do clube e, na sua avaliação, está perto de recuperar seu espaço no Timão. Por isso, desdenha das vaias recebidas.

“Entendo o lado do torcedor. Mas é minoria, três ou quatro torcedores que querem tumultuar o ambiente. Essa não é a torcida do Corinthians, cresci vendo jogos do Corinthians e, nessa fase que a gente está, não consigo vê-los querendo atrapalhar o ambiente. Sei que é minoria”, avaliou, ressaltando a experiência para trabalhar com as críticas.

“Apesar de ter 27 anos, sou experiente para lidar com esse tipo de coisa. É continuar trabalhando e se dedicando para que, quando a oportunidade aparecer, eu possa fazer bons jogos e dar a volta por cima”, avaliou, confiante que pode ajudar o time contra o Atlético-MG, seu ex-clube, nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília), no Mineirão.

“Sempre procurei trabalhar nesse tempo em que não vinha tendo oportunidade. O professor Carille sempre me deixou tranquilo quanto a isso. Tenho certeza que se ele optar por mim, estarei preparado para ajudar a equipe. Agora é descansar para que na quarta-feira a gente possa fazer um grande jogo contra o Atlético-MG e buscar os três pontos”, concluiu.

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