12 descobertas da psicologia que vão fazer você repensar atitudes

12 descobertas da psicologia que vão fazer você repensar atitudes

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O comportamento humano ainda está longe de fazer muito sentido — e olha que estudos a respeito não faltam. A psicologia é uma tentativa de entendê-lo, com graus de sucesso variados.

A seguir, dois estudos particularmente perturbadores sobre como as pessoas podem se comportar em situações extremas, e algumas outras descobertas menos catastróficas, mas das quais você pode se prevenir. Com qual dessas características você já se identificou?

Dois experimentos arrepiantes

Experimento da prisão de Stanford: talvez o caso mais polêmico de uso da psicologia para estudar o comportamento humano. Em 1971, o professor Philip Zimbardo, da universidade de Stanford, reuniu voluntários no porão da faculdade, definiu quem entre eles seriam os guardas e quem seriam os prisioneiros em uma simulação de cotidiano na prisão (o porão de Stanford, adaptado para parecer uma cadeia). Rapidamente os guardas passaram a abusar psicologicamente dos presos, que se rebelaram. O experimento deveria durar duas semanas, mas foi abortado em seis dias. Seu criador diz que o experimento provou que, dadas as devidas condições, qualquer pessoa pode se voltar para o mal.

Experimento de Milgram: era o caso mais controverso de uso da psicologia até o experimento de Stanford. Em 1963, Stanley Milgram reuniu voluntários para fazerem o papel de “professores”. Eles deveriam aplicar choques cada vez mais fortes em um “aluno” quando ele desse uma resposta errada. O “aluno” era um ator contratado por Milgram – o “professor” não sabia disso – e ficava em uma sala diferente de onde acontecia o estudo. O estudo serviu para provar que uma pessoa pode não só dar choques cada vez maiores em uma pessoa, mas pode até mesmo matá-la se alguém ordenar a ela que continue.

10 jeitos da sua mente te passar a perna

Efeito da verdade ilusória: tendência a acreditar que algo é verdade se é mais fácil de entender ou se foi dito várias vezes. Políticos usam isso o tempo todo, com slogans de campanha e repetindo frases feitas, como “sou X” ou “o que nós precisamos é de Y”.

Efeito da simples exposição: tendência a gostar mais de alguma coisa simplesmente porque você está mais familiarizado com ela. Sabe quem faz isso o tempo todo? A propaganda, que te convence que um produto (de limpeza, eletrônico ou o que for) é melhor que os outros te fazendo ver o anúncio daquele(s) produto(s) várias vezes antes que você tenha a oportunidade de comprá-lo. Por exemplo, você já testou todas as outras marcas de sabão em pó para saber qual é mesmo a melhor?

93% dos americanos disseram se considerar motoristas acima da média. Mais um pouco e teríamos como resultado que TODOS os motoristas são melhores que os outros, o que não faz nenhum sentido. (Foto: Getty Images)

Superioridade ilusória: tendência a se considerar acima da média (ou seja, melhor que os outros) em alguma atividade ou conhecimento. Em um estudo popularizado feito na década de 80, 93% dos americanos disseram se considerar motoristas acima da média. Mais um pouco e teríamos como resultado que TODOS os motoristas são melhores que os outros, o que não faz nenhum sentido.

Efeito Dunning–Kruger: parecido com o anterior, mas com uma diferença sutil. Aqui, o amador se considera muito bom em algo, enquanto o expert tende a achar que precisa melhorar. Na vida real, seria como aquele perna-de-pau com quem você joga no fim de semana achar que carrega o time nas costas, enquanto um Messi ou outro jogador ainda treina todo dia porque acha que dá pra fazer mais.

Efeito “eu sabia o tempo todo”: também chamado de viés de retrospectiva, é a tendência a ver eventos do passado como previsíveis. Por exemplo, quando alguém esquentado um dia se mete em uma briga de bar, você tende a pensar que era óbvio que aquilo ia acontecer.

Efeito Ikea: tendência a dar mais valor àquilo que construímos com nossas próprias mãos — Ikea é uma empresa sueca que vende móveis a serem montados em casa, daí o nome. O fenômeno vem de um estudo de 2011, feito pelo psicólogo Dan Ariely e outros, que pediu aos participantes para definirem um preço para móveis que elas parcialmente montaram. Não importa quão feio fosse o móvel, o preço sempre era mais alto do que outras pessoas estariam dispostas a pagar se não tivessem uma história com o produto.

Viés de disponibilidade: mais conhecido como heurística da disponibilidade (heurística, aqui, é um atalho mental). Nada mais é que a tendência a achar que algo é mais provável do que de fato é, simplesmente porque está mais fácil de acessar na memória. Exemplo clássico: logo após um acidente de avião, estudos registram que aumenta o medo das pessoas de voar, por mais que estatisticamente haja muito mais mortes de carro que de avião.

Efeito cheerleader: esse começou como piada no seriado How I met your mother, em 2008, e depois foi comprovado em um estudo de 2013. Cheerleader são aquelas animadoras de torcida populares nos EUA. A teoria é que, em grupo, as pessoas parecem muito mais atraentes que sozinhas.

Viés de confirmação: tendência a lembrar, interpretar ou prestar atenção apenas em informações que confirmem nossas visões do mundo. Aquele seu parente cabeça-dura que sempre discorda de você no almoço de domingo é o exemplo vivo disso.

Efeito do falso consenso: tendência a achar que aquilo em que você acredita é o “normal” ou o “certo”, e que as outras pessoas têm a mesma opinião que você.

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