Cuca admite “gosto de quero mais” após empates e tira lições

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O empate desta quarta-feira entre Palmeiras e Cruzeiro pela partida de ida da Copa do Brasil teve sabor de vitória para os alviverdes. Perdendo de 3 a 0, o Verdão alcançou o empate em apenas 21 minutos. Mesmo assim, o técnico Cuca admitiu que ficou um “gosto de quero mais” pelo resultado.

“Nessa hora, aprendi que, quando você está apanhando, a última coisa que precisa é que alguém bata mais. Como jogador, lembro que, se estivesse perdendo por 3 a 0 e meu técnico me destruísse no vestiário, eu sairia morto. Fiz o contrário. Joguei confiança neles. Disse que poderíamos perder por 4, 5 x 0, que estávamos há quase um ano sem perder em casa e que eu assumiria a responsabilidade, mas pedi para jogar com confiança em nosso futebol. Tínhamos que começar pela organização. Quando saísse o primeiro gol, a torcida cresceria e sairiam o segundo e o terceiro. Aconteceu isso em 21 minutos. Foi um jogo frenético e gostoso de assistir. Mas ficou um gosto de quero mais, porque podíamos ter ido além. Mas também fica o reconhecimento do esforço que fizemos e da precisão do Cruzeiro”, disse o treinador, antes de falar mais sobre as lições tiradas.

Após o confronto, apesar de lamentar o primeiro tempo do Palmeiras, os palmeirenses exaltaram o futebol mostrado na segunda etapa. Cuca não foi diferente e explicou as mudanças para a etapa final.

“No segundo tempo, mudamos de atitude e passamos a disputar as jogadas de uma maneira diferente. O Cruzeiro teve três chances e fez três gols. Foi cirúrgico. Nós tivemos 20 chutes a gol e entraram três. Podíamos ter buscado o quarto e o quinto gols. Quando empata, fica a sensação do dever cumprido e aquele medinho de tomar o quarto. Mas, de uma disputa praticamente liquidada, entramos no páreo de novo. Vamos jogar contra o Cruzeiro com vantagem, mas ela foi muito maior”.

“No final das contas, foi um bom resultado. No começo, não. Temos que saber jogar quando as coisas não dão certo. O time foi colhudo. Quando precisa de coração, tem que colocar o coração, porque assim a técnica flui natural”.

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