“Quando inventam uma mentira, me tiram do sério”, diz Tatá Werneck sobre notícias falsas

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Por Vanessa Musiello

Quinze minutos contados no relógio. Este foi o tempo que tive para conversar com Tatá Werneck sobre seu excelente momento profissional. E não foi por falta de boa vontade, pois isso ela tem de sobra! Foi a brecha que surgiu em meio à rotina extremamente acelerada da atriz e apresentadora. A caminho do aeroporto, prestes a embarcar para as merecidas férias na Europa, Tatá, que emendou a primeira temporada do “Lady Night”, uma internação hospitalar e o filme “A Dupla”, declarou: “Estou muito feliz!”

E não é à toa. A primeira temporada do talk show, exibido no Multishow entre os meses de abril e maio, foi um sucesso de audiência e crítica, o que, segundo Tatá, a motiva a se esforçar ainda mais. “Sou tão crítica que já penso: ‘Meu Deus, temos que fazer a segunda melhor ainda’. Também estou focada nas críticas e no que tenho que melhorar”, conta.

Desde as primeiras gravações do “Lady Night”, Tatá sabia que estava fazendo parte de um produto de qualidade, mas não tinha ideia de como o público receberia mais um programa do formato. “Apostamos nos encontros com os entrevistados e, de fato, cada um foi único e especial. Também procuramos deixar o programa menos roteirizado possível e demos muito espaço para imprevisibilidade. Trabalhamos duro e estou muito feliz, pois as pessoas se divertiram como nós”, comenta.

Mas o que esperar da segunda temporada? Nem Tatá pode garantir o que está por vir. “Sou imprevisível até comigo mesma. Às vezes penso em fazer alguma coisa e não faço nada. Mas o público pode esperar, novamente, ver seus ídolos como ninguém nunca viu.”

Tatá Werneck – Foto: Divulgação Multishow/Gianne Carvalho

Apesar de comandar o talk show e ser uma das principais atrações do programa, a apresentadora garante que o foco é o entrevistado. “Sou muito grata aos convidados, tudo depende deles. Não quero usar ninguém como escada, o foco é fazê-los brilhar”, diz, acrescentando que os famosos presentes na primeira temporada ficaram satisfeitos com a participação. “Quero que eles saiam dali felizes e todos disseram que adoraram. É nesse clima que eles fazem o que nem imaginavam fazer”.

Sobre as constantes piadas e brincadeiras que faz durante as entrevistas, Tatá assume: “Nem na vida consigo ficar muito tempo conversando sem fazer uma brincadeira, imagina lá? O legal é que o “Lady Night” é um programa muito do meu DNA, não faço muito esforço”.

Mesmo se sentindo tão à vontade, ela reconhece que ainda pode aprimorar como entrevistadora. “Sei que preciso aprender muito. O ritmo é muito acelerado, então preciso melhorar o limite entre não atropelar o convidado e manter o dinamismo”, avalia. “Gosto demais de atuar como entrevistadora. Tenho curiosidade de saber várias coisas sobre as pessoas, que ninguém pergunta. Por exemplo, ninguém nunca perguntou como é a depilação da Sandy e eu queria saber”, brinca.

A apresentadora já divulgou nas redes sociais alguns nomes confirmados para a segunda temporada do talk show, prevista para ir ao ar a partir de julho. Entre eles estão Caio Castro, Zezé de Camargo e Luciano, Marina Ruy Barbosa, Luan Santana, Lucas Lucco e Fernanda Gentil. No entanto, ela já sonha com futuros convidados. “Adoraria receber o Jô (Soares), Wagner Moura, Selton Mello, Fernanda Torres, Pedro Bial… São pessoas a quem admiro e que são referência para mim. Tenho curiosidade sobre elas. Seria uma honra absurda ter aquele tempinho para desnudar isso”, afirma.

Tatá Werneck, que já foi entrevistada por Jô Soares, sonha em receber o apresentador no “Lady Night” – Foto: Divulgação/Globo / Ramón Vasconcelos

De acordo com Tatá, esta é justamente a premissa do “Lady Night”, uma boa conversa. “Não é entrevistar uma pessoa por ela ser famosa ou por dar audiência, são pessoas que tenho vontade de conhecer. Eu sabia, por exemplo, que o Mr. Catra tinha uma história totalmente diferente da imagem que as pessoas têm dele. E eu tinha vontade de contar esta história”, explica.

Este, na sua opinião, é o diferencial do “Lady Night”?, questionei. “Não tenho muito como comparar. Adoraria assistir a todos os talk shows, até mesmo por que são feitos por amigos, mas tenho uma rotina doida, então não consigo. Mas o legal do “Lady Night” foi sermos, eu e os convidados, o objeto de riso. Em vez de duas pessoas jurídicas sentadas ali, uma entrevistando e a outra entrevistada, são duas pessoas sem escudos. A gente queria mostrar outro lado das pessoas. Se você não costuma ver a Bruna (Marquezine) fazendo careta, ali você viu. Se você nunca viu o (Marcelo) D2 abraçando um ursinho, viu”, relembra.

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Mais uma vez, Tatá aproveita para elogiar os convidados. “Acho que o mérito é muito deles, que toparam se abrir e fazer algo novo. Temos quadros fixos, mas estamos abertos a tudo. A Claudia Leitte, por exemplo, propôs várias coisas que topamos na hora”, conta.

Internet, teatro, cinema, novela, musical, série…. Tatá está por todas as partes e garante que não consegue escolher onde se sente mais realizada. “Às vezes fico pensando, gosto mais de atuar ou apresentar? Gosto de tudo! Não dá para escolher. É como perguntar se você gosta mais do seu pai ou da sua mãe”, compara. “Aliás, acho que gosto tanto do “Lady Night” porque tenho espaço para fazer tudo o que gosto.”

Tatá Werneck protagoniza a comédia “A Dupla” ao lado de Cauã Reymond – Foto: Reprodução/ Instagram @tatawerneck

Vida longa ao “Lady Night”?, perguntei. A humorista revela que este é o seu desejo. “Depois das primeiras gravações, o diretor me disse que esse é um programa que eu poderia fazer por muitos anos da minha vida. Tomara, eu adoraria! Estou muito feliz!”, respondeu.

Mas nem tudo são flores. O reconhecimento de seu trabalho e a fama nem sempre são motivo de alegria. No caso de Tatá, são as notícias falsas que a chateiam. “O problema é que uma pessoa sem o menor critério e compromisso com a profissão de jornalista, que é maravilhosa, inventa algo e os sites vão replicando aquilo como se fosse verdade. Já inventaram que eu rasguei roupa e, recentemente, que abandonei o “Escolinha do Professor Raimundo”, sendo que a própria Globo me procurou e disse que não teria mais a personagem que eu faria. Isso é triste, parece que não sou profissional”, lamenta. “Se este é o preço a pagar, estou aprendendo a lidar com ele. Quando inventam uma mentira, me tiram do sério, mas nada se compara ao fato de trabalhar com o que gosto e fazer as pessoas rirem”, finaliza.

Passados os 15 minutos de conversa, Tatá anunciou sua chegada ao aeroporto, mas ainda sobrou um tempinho para falar da comédia “A Dupla”, filme que protagoniza ao lado de Cauã Reymond e que tem estreia prevista para dezembro de 2017: “Eu e Cauã somos dois policiais fora da casinha que começam a desvendar uma série de assassinatos. Sou suspeita para falar, mas ficou muito legal. Foi muito bem filmado e, ao mesmo tempo, muito engraçado, sabe? Elenco foda, beijei o Cauã, foi maravilhoso!”.

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